Aquele clássico do cinema

A minha aproximação com os longa-metragens vai se dando aos poucos, com um esforço muito gostoso. Nunca fui fã de nenhuma saga, telespectadora dos canais de filmes, nem frequentadora assídua das salas de cinema. Isso explica quando eu te responder “nunca assisti” se você me perguntar daquele clássico. A curiosidade e paixão por esse universo é recente e começou depois que cheguei de cabeça no teatro.

Tô em processo de construção com meu repertório cinematográfico, e encantada com isso. Confesso que ainda tenho que me esforçar pra ver alguns clássicos (e tenho uma lista que parece infinita). O preto-e-branco me dá dor de cabeça e me cansa um pouco, mas vou indo, aos poucos, porque vale realmente a pena. Cada um é uma aula.

É incrível ver como filmes de quase 100 anos atrás são ainda tão atuais, e como a criação no geral, de roteiro a direção, são impressionantes. Acabei de ver dois para minha próxima montagem em novembro, por isso resolvi escrever. São eles:

Metropolis (Fritz Lang)

Capturar

Persona (Ingmar Bergman)

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Dica pra quem tá afim de classicão! Tem os dois no youtube. 😉
Aproveito pra dizer que aceito indicação de filmes aqui nos comentários. ↓
Clássicos ou não!

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Gosto de saudade

No gosto de hoje, já deu saudade dela. São as últimas, feitas pelas mãos de quem já se foi. Estavam congeladas. Assim como ficou o tempo na hora que ela partia.

Agora há pouco, de forma quase que literal, trouxemos mais um pouquinho dela pra dentro. Da visão ao paladar, ela sempre nos proporcionou só coisa boa.

Ah, saudade.
Tia Edite ❤️

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Cinema. Como Nossos Pais.

Como nossos pais é a música, o filme, e a vida.
A/C Homenzinhos, machos-falta, melhores-maridos-do-mundo: re-re-pensem.

Como Nossos Pais, cinema nacional
dirigido por Laís Bodanzky, 2017
com Maria Ribeiro, Clarisse Abujamra, Paulo Vilhena e +

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Imagem. O amor é a cura do mundo.

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Poema. Dona Doida.

Uma vez, quando eu era menina, choveu grosso
com trovoadas e clarões, exatamente como chove agora.

Quando se pôde abrir as janelas,
as poças tremiam com os últimos pingos.

Minha mãe, como quem sabe que vai escrever um poema,
decidiu inspirada: chuchu novinho, angu, molho de ovos.

Fui buscar os chuchus e estou voltando agora,
trinta anos depois. Não encontrei minha mãe.

A mulher que me abriu a porta, riu de dona tão velha, 
com sombrinha infantil e coxas à mostra.

Meus filhos me repudiaram envergonhados,
meu marido ficou triste até a morte,

eu fiquei doida no encalço.
Só melhoro quando chove.

30 de agosto. No exercício de ontem (já que passou a meia noite), no Galpão Cine Horto, brinquei com esse texto da Adélia Prado, que me apareceu numa madrugada da semana passada, e com os quatro elementos (terra, fogo, ar e água). As possibilidades desse poema foram como um temporal.

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Show. Christopher Uckermann.

Esta galeria contém 2 fotos.

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A gosto de Deus

Eu que sempre quis que agosto passasse depressa
Hoje quero ele bem devagarzinho
Como sempre foi
E nada tem sido

"Um dia a mais ou um dia a menos?"

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Cinema. Pretty Woman.

E: Eu disse pra você não atender o telefone.
V: Então pare de me ligar.

1990, dirigido por Garry Marshall
Com Julia Roberts, Richard Gere e +

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A mudança é constante

“Toda célula do corpo humano se regenera em média a cada sete anos. Como cobras, da nossa maneira nós mudamos de pele. Biologicamente somos novas pessoas. Podemos parecer os mesmos, provavelmente somos. A mudança não é visível, pelo menos não para a maioria. Mas todos mudamos, completamente. Para sempre. Quando dizemos coisas como ‘as pessoas não mudam’… deixamos os cientistas loucos, porque a mudança é literalmente a única constante da ciência. Energia. Matéria. Estão sempre mudando, transformando-se, fundindo-se, crescendo, morrendo. O modo como as pessoas tentam não mudar que não é natural. Como queremos que as coisas voltem, em vez de as aceitarmos. Como nos prendemos a velhas memórias, em vez de criarmos novas. O modo como insistimos em acreditar, apesar de todas as provas contrárias, de que algo nessa vida é permanente. A mudança é constante. Como experimentamos a mudança é que depende de nós. Pode parecer a morte ou uma segunda chance na vida. Se relaxarmos os dedos, nos desapegar, irmos em frente, pode ser adrenalina pura. Como se a qualquer momento tivéssemos uma nova chance na vida. Como se a qualquer momento, pudéssemos nascer de novo!”

(Greys Anatomy – Temporada 7 – ep 01)

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Forma

Gente quadrada não rola 🙂

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