Imagem. O amor é a cura do mundo.

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Poema. Dona Doida.

Uma vez, quando eu era menina, choveu grosso
com trovoadas e clarões, exatamente como chove agora.

Quando se pôde abrir as janelas,
as poças tremiam com os últimos pingos.

Minha mãe, como quem sabe que vai escrever um poema,
decidiu inspirada: chuchu novinho, angu, molho de ovos.

Fui buscar os chuchus e estou voltando agora,
trinta anos depois. Não encontrei minha mãe.

A mulher que me abriu a porta, riu de dona tão velha, 
com sombrinha infantil e coxas à mostra.

Meus filhos me repudiaram envergonhados,
meu marido ficou triste até a morte,

eu fiquei doida no encalço.
Só melhoro quando chove.

30 de agosto. No exercício de ontem (já que passou a meia noite), no Galpão Cine Horto, brinquei com esse texto da Adélia Prado, que me apareceu numa madrugada da semana passada, e com os quatro elementos (terra, fogo, ar e água). As possibilidades desse poema foram como um temporal.

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Show. Christopher Uckermann.

Esta galeria contém 2 fotos.

Trabalhar no show de quem já fui fã: ✓ Continuar lendo

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A gosto de Deus

Eu que sempre quis que agosto passasse depressa
Hoje quero ele bem devagarzinho
Como sempre foi
E nada tem sido

"Um dia a mais ou um dia a menos?"

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Cinema. Pretty Woman.

E: Eu disse pra você não atender o telefone.
V: Então pare de me ligar.

1990, dirigido por Garry Marshall
Com Julia Roberts, Richard Gere e +

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A mudança é constante

“Toda célula do corpo humano se regenera em média a cada sete anos. Como cobras, da nossa maneira nós mudamos de pele. Biologicamente somos novas pessoas. Podemos parecer os mesmos, provavelmente somos. A mudança não é visível, pelo menos não para a maioria. Mas todos mudamos, completamente. Para sempre. Quando dizemos coisas como ‘as pessoas não mudam’… deixamos os cientistas loucos, porque a mudança é literalmente a única constante da ciência. Energia. Matéria. Estão sempre mudando, transformando-se, fundindo-se, crescendo, morrendo. O modo como as pessoas tentam não mudar que não é natural. Como queremos que as coisas voltem, em vez de as aceitarmos. Como nos prendemos a velhas memórias, em vez de criarmos novas. O modo como insistimos em acreditar, apesar de todas as provas contrárias, de que algo nessa vida é permanente. A mudança é constante. Como experimentamos a mudança é que depende de nós. Pode parecer a morte ou uma segunda chance na vida. Se relaxarmos os dedos, nos desapegar, irmos em frente, pode ser adrenalina pura. Como se a qualquer momento tivéssemos uma nova chance na vida. Como se a qualquer momento, pudéssemos nascer de novo!”

(Greys Anatomy – Temporada 7 – ep 01)

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Forma

Gente quadrada não rola 🙂

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O que merece o nosso tempo?

Organizando o pensamento
Pra atender a urgência daqui de dentro

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Música. Poema.

Um arrepio longo com essa música e Ney Matogrosso.

“Hoje eu acordei com medo mas não chorei
Nem reclamei abrigo
Do escuro eu via um infinito sem presente
Passado ou futuro”

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Somente hoje

Eu me dou o direito de hoje, somente hoje, entristecer

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